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terça-feira, 3 de abril de 2012

Date a girl who reads

Rosemarie Urquico

Date a girl who spends her money on books instead of clothes. She has problems with closet space because she has too many books. Date a girl who has a list of books she wants to read, who has had a library card since she was twelve.
Find a girl who reads. You’ll know that she does because she will always have an unread book in her bag.She’s the one lovingly looking over the shelves in the bookstore, the one who quietly cries out when she finds the book she wants. You see the weird chick sniffing the pages of an old book in a second hand book shop? That’s the reader. They can never resist smelling the pages, especially when they are yellow.
She’s the girl reading while waiting in that coffee shop down the street. If you take a peek at her mug, the non-dairy creamer is floating on top because she’s kind of engrossed already. Lost in a world of the author’s making. Sit down. She might give you a glare, as most girls who read do not like to be interrupted. Ask her if she likes the book.
Buy her another cup of coffee.
Let her know what you really think of Murakami. See if she got through the first chapter of Fellowship. Understand that if she says she understood James Joyce’s Ulysses she’s just saying that to sound intelligent. Ask her if she loves Alice or she would like to be Alice.
It’s easy to date a girl who reads. Give her books for her birthday, for Christmas and for anniversaries. Give her the gift of words, in poetry, in song. Give her Neruda, Pound, Sexton, Cummings. Let her know that you understand that words are love. Understand that she knows the difference between books and reality but by god, she’s going to try to make her life a little like her favorite book. It will never be your fault if she does.
She has to give it a shot somehow.
Lie to her. If she understands syntax, she will understand your need to lie. Behind words are other things: motivation, value, nuance, dialogue. It will not be the end of the world.
Fail her. Because a girl who reads knows that failure always leads up to the climax. Because girls who understand that all things will come to end. That you can always write a sequel. That you can begin again and again and still be the hero. That life is meant to have a villain or two.

Why be frightened of everything that you are not? Girls who read understand that people, like characters, develop. Except in the Twilight series.
If you find a girl who reads, keep her close. When you find her up at 2 AM clutching a book to her chest and weeping, make her a cup of tea and hold her. You may lose her for a couple of hours but she will always come back to you. She’ll talk as if the characters in the book are real, because for a while, they always are.
You will propose on a hot air balloon. Or during a rock concert. Or very casually next time she’s sick. Over Skype.
You will smile so hard you will wonder why your heart hasn’t burst and bled out all over your chest yet. You will write the story of your lives, have kids with strange names and even stranger tastes. She will introduce your children to the Cat in the Hat and Aslan, maybe in the same day. You will walk the winters of your old age together and she will recite Keats under her breath while you shake the snow off your boots.
Date a girl who reads because you deserve it. You deserve a girl who can give you the most colorful life imaginable. If you can only give her monotony, and stale hours and half-baked proposals, then you’re better off alone. If you want the world and the worlds beyond it, date a girl who reads.
Or better yet, date a girl who writes.
 fonte: http://meantforsilence.blogspot.com.br/2011/03/date-girl-who-reads-rosemary-urquico.html

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Sempre um Papo - 25 Anos Encontro Inédito

Para celebrar seus 25 anos, o Projeto Sempre um Papo realiza no dia 05 de setembro, segunda-feira, às 19h30, no Grande Teatro do Palácio das Artes, um encontro especial, com entrada gratuita. No palco, o jornalista Zeca Camargo é o convidado para mediar um debate com importantes escritores, que durante esses 25 anos participaram por diversas vezes do projeto. Fernando Morais lança “Os Últimos Soldados da Guerra Fria” (Companhia das Letras); Frei Betto apresenta seu novo romance, “Minas do Ouro” (Rocco); Ruy Castro e Heloisa Seixas lançando “Terramarear – Peripécias de um Turista Cultural” (Companhia das Letras); Leonardo Boff, lançando “Cuidar da Terra, Proteger a Vida” (Record); Zuenir Ventura fala sobre o tema “80 anos de Vida –Jornalismo e Literatura”, além de autografar seus livros, assim como Luis Fernando Veríssimo e Zeca Camargo.

Na data, o projeto lança a quinta série de DVDs, “Sempre Um Papo – Cultura para a Educação”. O material será entregue a 600 escolas da rede pública, por meio da Secretaria de Estado da Educação.


Fernando Morais

Nasceu em Mariana (MG), em 1946. Jornalista trabalhou no “Jornal da Tarde”, na revista “Veja” e em várias outras publicações da imprensa brasileira. Recebeu uma vez o prêmio “Esso” e três vezes o prêmio “Abril” de jornalismo. Foi deputado e secretário da Cultura e da Educação do Estado de São Paulo. Seus livros publicados pela Companhia das Letras são, “Olga” e Chatô, o rei do Brasil”.

Frei Betto

Autor de mais de cinqüenta livros, editados no Brasil e no exterior, Frei Betto nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Estudou jornalismo, antropologia, filosofia e teologia. Frade dominicano e escritor, ganhou em 1985 o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, com a obra “Batismo de Sangue”. Consultor de movimentos sociais, em 2004, renunciou ao cargo de assessor especial do Presidente da República. Entre seus livros de ficção destacam-se: “O aquário negro” (contos) e os romances “O dia de Angelo”, “Alucinado Som de Tuba”, “O Vencedor”, “Entre todos os homens” e “Hotel Brasil” (policial).


Leonardo Boff

Doutorou-se em teologia e filosofia no Brasil e na Alemanha. Durante mais de 20 anos foi professor de teologia no Instituto Teológico Franciscano de Petrópolis. Por vários anos coordenou o editorial religioso da Editora Vozes. Ajudou a formular a teologia da libertação. Foi professor de ética e filosofia da religião na Universidade do Rio de Janeiro. É autor de mais de 80 livros, entre os quais: “Homem: Satã ou Anjo Bom?”, “Brasa Sob Cinzas”; “O Rosto Materno de Deus”; “Igreja: Carisma e Poder”; “Ecologia: Grito da Terra, Grito do Pobre”. Participa da Comissão Internacional da Carta da Terra. Em 2001, por seu compromisso com a justiça dos pobres e com a ecologia, foi agraciado com o Prêmio Nobel alternativo da paz.

Ruy Castro

É escritor e jornalista. Entre seus livros publicados pela Companhia das Letras estão as biografias de Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda, uma história da Bossa Nova (Chega de saudade) e um ensaio sobre o Rio (Carnaval no fogo). Tem quatro prêmios Jabuti, incluindo dois Livros do Ano.

Heloisa Seixas

É escritora e tradutora. Publicou mais de dez livros — entre os quais Pente de Vênus, Contos mínimos, o romance Pérolas absolutas e a não ficção O lugar escuro — e foi três vezes finalista do prêmio Jabuti.

Luis Fernando Veríssimo, Zeca Camargo e Zuenir Ventura autografam seus diversos livros.

05/09/11
Links www.sempreumpapo.com.br

Onde será o evento
Grande Teatro - Palácio das Artes - Av. Afonso Pena, 1537, centro
Mapa de localização maps.google.com/maps?q=-+Av.+Afonso+Pena,+1537,+ce...
Estação do metrô
Não há
Ônibus Mapa de localização na opção "como chegar"
Segmentos
- Literatura

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana 2011 - Vilas de Minas


O primeiro Festival de Inverno de Ouro Preto ocorreu em 1967. Foi formatado inicialmente por um grupo de professores da escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais com o intuito de levar a arte à coletividade. Realizado em Ouro Preto como atividade de extensão, o festival teve uma segunda e consolidada edição em 1968. Apesar da forte repressão da ditadura militar, o evento realizado neste e nos anos seguintes propiciaram espaços para o debate e reflexão, englobando questões políticas em âmbito nacional e internacional. Em 2004, a Universidade Federal de Ouro Preto assume a realização do festival, envolvendo também a cidade de Mariana com a proposta de integração das atividades culturais nas duas primeiras capitais de Minas Gerais.
palhaco

O Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana Fórum das Artes, mantém sua visão de extensão universitária, tendo uma preocupação especial com a comunidade. Compreendido como uma forma de concretização das manifestações culturais abre à população e visitantes diversas possibilidades de encontro, descobertas, conhecimento e intercâmbio. A cada ano o festival de inverno se firma como um dos maiores festivais do gênero nos país, tornando a região dos inconfidentes um dos principais roteiros culturais do Brasil durante o mês de julho. Todas as atividades do festival são pensadas e executadas a partir de um eixo temático que incorpora as peculiaridades regionais, as inovações em todo o país e os ecos de propagação internacionais. O caráter artístico e educacional valoriza o espírito coletivo e garante a continuidade do processo de repensar praticas salvaguardando as bases culturais que constituem a sociedade, seus valores e a continuidade de sua história.

Programação completa no site do Festival de Inverno de Ouro Preto.